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Língua portuguesa
O Português é uma língua latina falada em Portugal e na maioria das suas antigas colónias, incluindo Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor Leste. Com 199 milhões de falantes nativos, o português é a sexta língua mãe mais popular no mundo, e a segunda língua latina, só ultrapassada pelo Espanhol.O português chama-se A língua de Camões (por causa de Luís de Camões, autor de Os Lusíadas); e a A última flor do Lácio.
| Português | |
|---|---|
| Falado em: | Andorra, Angola, Brasil, Cabo Verde, Timor Leste, Guiné-Bissau, Luxemburgo, Macau, Moçambique, Namíbia, Portugal, São Tomé e Príncipe, Índia, África do Sul, Galiza (Espanha) e 20 outros países |
| Total falantes: | 199 Milhões - 207 Milhões1 |
| Posição: | 6 |
| Genética classificação: |
Indo-europeia Itálica Românica Itálo-Ocidental Ocidental Galo-ibérica Ibero-românica Ibéro-Ocidental Galaico-português Português |
| Estatuto Oficial | |
| Língua oficial de: | Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Macau, Galiza |
| Regulado por: | Instituto Internacional de Língua Portuguesa; CPLP |
| Cógido de Línguas | |
| ISO 639-1: | pt |
| ISO 639-2: (T): | por |
| SIL: | POR |
A língua portuguesa espalhou-se mundialmente no século XV e XVI assim que Portugal criava o primeiro e o mais longo império colonial e comercial, estendendo-se do Brasil nas américas até Macau na China e Japão. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de vários países independentes do mundo, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Existem ainda cerca de vinte línguas crioulas portuguesas. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Namíbia e África do Sul. Imensas comunidades imigrantes falantes de português existem em muitas cidades pelo mundo fora, ex. Paris na França, Boston, New Jersey e Miami nos EUA.
O português desenvolveu-se na parte ocidental da Península Ibérica do Latim falado trazido pelos soldados romanos desde o século III a.C. A língua começou a se diferenciar das outras línguas romanças depois da queda do Império Romano e das invasões bárbaras no século V. Começou a ser usada em documentos escritos cerca do século IX, e no século XV já se tinha tornado uma língua com uma literatura rica.
Os romanos conquistaram a parte ocidental da Península Ibérica; a província romana da Lusitânia, actuais Portugal e a região espanhola da Galiza em 218 a.C., e trouxeram com eles uma versão popular do Latim, o Latim Vulgar do qual se acredita que todas as línguas latinas descendam. Cerca de 90% do léxico do português vem do Latim: mesmo que a Península Ibérica fosse habitada desde bem antes da colonização romana, muito poucos traços das línguas nativas persistem no português moderno.
Biblioteca da Ajuda, criada no século XV como "Biblioteca Real". A mãe das Bibliotecas Nacionais de Portugal e Brasil. (cortesia IPPAR)
A antiga província romana da Lusitânia dividiu-se em duas províncias, a Lusitânia a sul e a Galécia a norte. A língua portuguesa se desenvolveu principalmente no norte de Portugal e na Galiza, mas é largamente influenciada por dialectos romanços falados no sul de Portugal. Por bastante tempo, o dialecto latino dessa região desenvolveu-se apenas como uma língua falada.
Os registos mais antigos de uma língua portuguesa distinta aparecem em documentos administrativos do século IX, mas com muitas frases em latim à mistura.
O vernáculo escrito passou gradualmente para uso geral nos séculos seguintes. Portugal tornou-se um país independente em 1143, com o rei D. Afonso I. A separação geográfica e política entre Portugal e Castela (mais tarde, Espanha) permitiu que os dois países desenvolvessem os seus latins vernáculos em direcções opostas. Em 1290, o rei D. Dinis criava a primeira universidade portuguesa em Lisboa (o Estudo Geral) e decretou que o português, que então era chamado de "Língua vulgar" ou "Latim Vulgar" fosse usado em vez do Latim Clássico e conhecido como "Língua Portuguesa". Em 1296, o português é adotado pela Chancelaria Real. Usado agora não só em poesia, mas também quando escrevendo leis e nos notários.
Até 1350, a língua Galaico-Portuguesa permaneceu apenas como língua nativa da Galiza e Portugal; mas pelo século XIV, o Português se tornou uma língua madura com uma tradição literária riquíssima, e também foi adotado por muitos poetas Leoneses, Castelhanos, Aragoneses e Catalães. Durante essa época, a Galiza começou a ser influenciada pelo Castelhano (basicamente o Espanhol moderno), e a variante do sul tornou-se a língua de Portugal.
Sagres, no antigo "Promontorium Sacrum" romano -dedicado ao deus Saturno. Símbolo dos descobrimentos portugueses, no século XV era o centro mundial e líder em ciência e tecnologia. (cortesia IPPAR)
Entre os séculos XIV e XVI, com os descobrimentos portugueses, a língua portuguesa espalhou-se por muitas regiões da Ásia, África e América. Pelo século XVI tornou-se uma "Língua Franca" na Ásia e África, usada não só pela administração colonial e comércio, mas também para comunicação entre os oficiais locais e os europeus de todas as nacionalidades. No Ceilão (actual Sri Lanka) vários reis tornaram-se falantes de português fluente, e os nobres normalmente adquiriram nomes portugueses. O alastramento da língua foi ajudado por casamentos mistos entre portugueses e as gentes locais (algo muito comum também noutras zonas do mundo), e a sua associação com os esforços missionários católicos que levaram a que a língua fosse chamada de "Cristão" em muitos locais. A língua continuou popular mesmo com várias medidas contra ela levadas a cabo pelos holandeses no Ceilão e Indonésia.
Algumas comunidades cristãs falantes de português na Índia, Sri Lanka, Malásia e Indónesia preservaram as suas línguas mesmo depois de se isolarem de Portugal, e desenvolveram-se pelos séculos em vários Crioulos portugueses. Também, muitas palavras portuguesas entraram no léxico de muitas outras línguas, tais como "arigatô" que significa "Obrigado" em japonês, "sepatu" que vem de "sapato" em Indonésio, "keju" que significa "queijo" em Malaio e "meza" (de "mesa") em Swahili.
A língua portuguesa é ortograficamente parecida em muitos aspectos com a língua espanhola, mas é diferente na fonologia. Um falante de uma das línguas requer alguma prática para entender efetivamente um falante da outra. Compare por exemplo:
O Português é, naturalmente, relacionado com o catalão, italiano e todas as outras línguas latinas. Falantes de outras línguas latinas podem achar peculiar a conjugação de verbos aparentemente infinitivos.
O português é primeira língua em Angola, Brasil, Portugal e São Tomé e Príncipe.
A língua portuguesa é também uma das línguas principais de Timor Leste (com tetum) e Macau (com Chinês). É uma língua oficial, mas não a primeira, em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique. É bastante falado, mas não oficial, em Andorra, Luxemburgo e Namíbia.
No entanto, a língua portuguesa está crescendo em importância na América do Sul. Por causa do Brasil, está sendo ensinada (e é popular, especialmente na Argentina) no resto dos países da América do Sul que constituem o Mercosul. Existem no Brasil 182,1 milhões de pessoas que usam português como sua língua principal, mas também há falantes em língua materna na Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. No resto das Américas, há também comunidades importantes em: Antigua e Barbuda, Bermudas, Canadá, Guiana, Jamaica, Estados Unidos (0,6 milhões de falantes activos numa comunidade de 1,5 milhões, especialmente New Jersey) e Venezuela.
Na Europa, o português é falado principalmente em Portugal pelos seus 10,3 milhões de habitantes, como primeira língua. A língua é falada também por toda a Europa por influência de Portugal, por mais de 10% da população do Luxemburgo e Andorra. Existem também fortes comunidades falantes de português na Bélgica, França, Alemanha, Jersey e Suíça. É também falado na Espanha, especialmente na Galiza (reconhecido oficialmente como galego), Olivença e no Vale do Xalima (conhecido como A fala).
O Galego-português (também conhecido como Gallego em espanhol) pode ser visto como uma forma castelhanizada de português. O governo atual da Galiza apóia uma variedade standartizada de galego que o distancia do português e o torna mais parecido com espanhol. Contudo, há outro standard, usado por certos círculos políticos e universidades, que tratam o galego como um dialeto português com pequenas diferenças. Os linguístas sempre reconheceram a unidade destas variedades linguísticas (por exemplo, Coriminhas, Lindley Cintra, Coriseu entre outros), como eram antes a mesma língua e ambas são variedades relativamente conservadas. No entanto, na prática, são tratadas, muitas vezes, como línguas diferentes por ambas as populações principalmente devido a fatores sociolinguísticos, em que obras em galego são traduzidas para português e vice-versa. Durante a Idade Média, o galego e o português eram sem dúvida a mesma língua, conhecida nos dias de hoje como galaico-português, uma língua usada em poesia até em Castela. O único deputado galego no parlamento da União Europeia, Camilo Nogueira, fala em português e entende que a sua língua já é oficial nela, ou seja, o português.
Na África subsaariana, o português é uma língua crescente e está projetada para ser uma das mais faladas dentro de 50 anos pela UNESCO. Assim que as populações de Angola e Moçambique continuam a crescer, a sua influência no português será cada vez mais importante. Angola e Moçambique, com Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são conhecidos como "Paises Africanos de Língua Oficial Portuguesa" ou PALOP, formando uma comunidade de quase 9 milhões de falantes nativos. A língua portuguesa cresceu especialmente em uso depois da independência das antigas colónias de Portugal. Os movimentos independentistas desde a Guiné-Bissau a Moçambique viram nela um instrumento para conseguir o desenvolvimento e unidade nacionais. O português é uma língua minoritária na República Democrática do Congo, Malawi, Namíbia (refugiados angolanos, ~ 20% da população), África do Sul (mais de um milhão de falantes), Zâmbia e Zimbabwe.
Uma representação da colocação do padrão de Portugal depois da descoberta do Rio Congo no séc. XV. No séc. XXI, é em África que a língua portuguesa mais cresce, tornando-a importante no futuro desenvolvimento do português
Existe crioulos portugueses noutras partes de África. O sul do Senegal, conhecido como Casamança tem uma comunidade ativa que está ligada cultural e linguisticamente à Guiné-Bissau e aprender português é popular. Um crioulo português ligado a São Tomé e Príncipe é a língua da Ilha de Ano Bom, na Guiné Equatorial.
Em Angola, o português está a tornar-se rapidamente uma língua nacional, e não só oficial ou como veículo de coesão nacional. Pelo censo de 1983, na capital, Luanda, o português era a primeira língua de 75% da população de 2,5 milhões. Em todo o país, 60% dos 12,5 milhões falava o português como língua principal. A maioria dos jovens angolanos só consegue falar português. Angola recebe vários canais de TV portugueses e brasileiros, o canal de notícias português (SIC Notícias) tornou-se muito popular em Angola num tempo record depois de ter começado a emitir em 2003. Há também muitas outras línguas nativas em Angola, mas a população as trata como dialetos e não como línguas. Algumas palavras dessas línguas foram emprestadas ao português, quando os 'retornados' regressaram a Portugal depois da indepedência de Angola. Palavras como "iá" (sim), "bué" (muito) ou "bazar" (ir embora), comuns na população jovem e urbana portuguesa, têm origem nas línguas angolanas usadas no português de Angola.
Moçambique está entre os países onde o português tem o estatuto de língua oficial, mas falado essencialmente como segunda língua. Contudo, é a língua principal das cidades. De acordo com o censo de 1997, os falantes de português eram mais de 40% da população, este número cresce para 72% nas áreas urbanas. Mas só 9% considerou o português como língua principal (26% nas cidades). Todos os escritores moçambicanos escrevem em português, e a língua ficou ligada à cor e textura da cultura moçambicana.
Em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, as línguas mais faladas são crioulos portugueses conhecidos como Crioulos. A maioria dos caboverdianos também sabe falar Português Standard. Existe alguma descrioulização devido à educação e à "Febre Caboverdiana" - a popularidade dos canais nacionais de TV portugueses. O caso é ligeiramente diferente na Guiné-Bissau, onde o português e o seu crioulo são falados por mais de 60% dos habitantes, e a língua portuguesa, ela mesma, é falada só por 14%.~
Em São Tomé e Príncipe, o português usado pela população é um português arcaico, conhecido como Português Santomense, apresentando muitas semelhanças com o Português do Brasil. Os políticos e a alta-sociedade usam a variedade europeia moderna, tal como nos outros países do PALOP. Três crioulos diferentes são também falados em São Tomé e Príncipe. As crianças só conseguem falar português, por causa da escolha dos seus pais, e não por causa da escola, na altura em que chegam a adultos aprendem o crioulo português conhecido como Forro.
O português também é falado na Ásia, especialmente em Timor Leste, Goa e Damão na Índia, e Macau na China. Em Goa, é falado por uma comunidade cada vez mais pequena, é vista como a 'língua dos avós', porque não é mais ensinada nas escolas, nem é língua oficial. Em Macau, o português permanece como língua oficial com estatuto idêntico ao chinês, mas só a pequena população euroasiática (ou Macaense) a usa e apenas há uma escola secundária portuguesa.
Em Malaca na Malásia, há um crioulo português conhecido como Cristão ou Papiá Kristang ainda falado por alguma população euroasiática. Há também outros crioulos portugueses vivos, especialmente na Índia (Damão e Korlai) e Sri Lanka. No Japão, o português é falado por brasileiros de ascêndencia japonesa, conhecido como "dekasegui", cuja população aproxima-se das 250 mil pessoas.
Em Timor-Leste, a língua mais falada é o Tetum, uma língua austronésia, mas é bastante influenciada pelo português. A reintrodução do português como língua oficial causou suspeição nalguns jovens timorenses que foram educados no sistema indonésio e não a falam. O português em Timor Leste é falado por menos de 20% da sua população, na sua maioria a geração mais velha, mas esta percentagem está a crescer assim que o português é ensinado à geração mais nova e a adultos interessados. Timor-Leste pediu às outras nações da CPLP para os ajudar na reintrodução do português como língua oficial. Timor-Leste usa o português para se ligar a uma comunidade internacional maior e para diferenciar-se da Indonésia. Xanana Gusmão, presidente de Timor-Leste, acredita que o português será bastante falado, de novo, dentro de dez anos.
A CPLP ou Comunidade dos Países de Língua Portuguesa é uma organização internacional que consiste de oito países independentes que têm o português como língua oficial. O português é também uma língua oficial da União Europeia, Mercosul e da União Africana (e uma das três línguas internacionais de trabalho. As outras são francês e inglês), também é uma língua oficial de outras organizações. Exceptuando os territórios asiáticos (Timor-Leste e Macau), o português é a única língua oficial em cada país.
O português é língua oficial de:
note: Estimativas são 1) falantes em primeira língua com 2) primeira e segunda língua (contando apenas bilíngues), respetivamente.
O português tem duas variedades escritas(padrões ou standards):
Algumas diferenças aparentes em léxico entre os dois padrões não são, na verdade, diferenças. No Brasil, "tapete" é o termo standard para uma peça de textil, e em Portugal seria "Alcatifa". Contudo, nalgumas zonas dialectais em Portugal, a palavra "tapete" é usada e certas áreas do Brasil usa-se "alcatifa". Isto aplica-se a quase todas as diferenças aparentes, excepto nos novos termos, como "ônibus" no Brasil, que é um "Autocarro" em Portugal.
A veersão brasileira do português o que tem de notório não é o seu léxico ou pronúncia distintos (considerados naturais até num mesmo país) mas antes a forma escrita. O Brasil eliminou a maioria dos primeiros "c" quando "cc", "cç" ou "ct"; e "p" quando "pc", "pç" ou "pt" porque não são pronunciados na forma culta da língua, um remanescente do passado latino desta (alguns continuam a existir no Português do brasil culto, e mais ainda no Europeu).
Também, existem diferenças em acentos, devido a:
Um outro acordo foi feito para as novas palavras que entrarão na língua.História
Colonização romana
Invasões bárbaras
Entre 409 A.D. e 711, assim que o Império Romano entrava em colapso, a Península Ibérica foi invadida por povos de origem germânica, conhecidos pelos romanos como bárbaros. Estes bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram rapidamente a cultura e língua romanas da península; contudo, e como as escolas romanas foram encerradas, o latim foi libertado para começar a evoluir sozinho. Porque cada tribo bárbara falava latim de maneira diferente, a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de línguas bem diferentes (Galaico-Português, Espanhol e Catalão). Acredita-se, em particular, que os suevos sejam responsáveis pela diferenciação linguística dos portugueses e galegos quando comparados com os castelhanos. As línguas germânicas influenciaram o português em palavras ligadas à guerra e violência, tal como "Guerra".Invasão dos mouros
Desde 711, com a invasão dos mouros na península, o Árabe foi adoptado como língua administrativa nas regiões conquistadas. Contudo, a população continuou a falar Romanço; logo que os mouros foram expulsos, a influência exercida na língua foi pequena. O seu efeito principal está no léxico: o português moderno ainda tem um grande número de palavras de origem árabe, especialmente relacionadas com comida e agricultura, o que não tem equivalente noutras línguas latinas. A influência árabe é também visível nos nomes de locais no sul do país, tal como "Algarve" e "Fátima".O despertar da Língua Portuguesa

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Os descobrimentos portugueses

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A renascença
Com a Renascença, aumenta o número de palavras eruditas com origem no latim clássico e no grego arcaico, o que aumenta a complexidade do português. O fim do "português arcaico" é marcado com a publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em 1516. Mas o português arcaico é ainda falado por muitas populações em São Tomé e Príncipe, mas também no Brasil e Portugal rural.Classificação e línguas relacionadas
Indo-European -
Italic -
Romance -
Italo-Western -
Western -
Gallo-Iberian -
Ibero-Romance -
West-Iberian -
Portuguese-Galician
Quase todas as palavras em espanhol e português estão relacionadas, caso você seja culto o suficiente, poderá usar palavras menos comuns:
Em alguns sítios, o português e o espanhol são falados em conjunto. Os falantes de português lêem e entendem espanhol com alguma facilidade, enquanto que espanhóis são capazes de ler português, mas muitas vezes incapazes de perceber a língua falada. Isto leva a que alguns estrangeiros em Portugal e no Brasil tentem comunicar em espanhol, o que faz com que as populações locais se sintam ofendidas.Distribuição geográfica
As américas
Europa
África

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Ásia
Estatuto oficial
'África'\
Ásia
Europa
América do Sul
Mesmo não sendo oficial, o português tem um grande número de falantes em:
Padrões
As diferenças entre as variedades do português da Europa e do Brasil são no vocabulário, pronúncia e sintáxe, especialmente nas variedades populares, enquanto nos brasileiros de alta-sociedade estas diferenças diminuem bastante. As diferenças são menores que as existentes entre o inglês dos Estados Unidos e do Reino Unido. Ambas as variedades são, sem dúvida, dialetos da mesma língua e os falantes de ambas as variedades podem entender-se perfeitamente.
Portugal e Africa
Brasil
acção
ação
contracto
contrato
direcção
direção
eléctrico
elétrico
óptimo
ótimo
Uma Reforma Ortográfica foi tentada em 1990 para criar um Standard de Português Internacional, que foi ratificado pelo Brasil, Cabo verde e Portugal. Timor-Leste, não sendo um subscritor do acordo original, irá ratificar em breve. Os países africanos de língua portuguesa ainda não decidiram, possivelmente devido a problemas na implementação. O acordo estabelece qye a sua entrada em prática irá apenas ocorrer quando todos os países da CPLP ratificarem, e este processo pode não ocorrer em breve. Esta questão está atualmente em debate na CPLP. O acordo irá eliminar a maioria dos "c" quando "cc", "cç" ou "ct"; e "p" (quando "pc", "pç" ou "pt") do Português Europeu, a trema e acentos em palavras terminadas em "eia" no Brasil e irá adicionar pequenas novas regras.













